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segunda-feira, 27 de abril de 2009

Fale com o Deputado

Não está satisfeito? Então reclame!

Neste link você será direcionado para a página da Câmara dos Deputados, diretamente para o Fale com o Deputado.

Mande seu recado, diga que não está nada satisfeito da forma como eles vem agindo. Mas sem ofensas.


Aprenda a reclamar, mas principalmente aprenda a votar.

2 comentários:

Humberto disse...

"A injustiça, senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade [...] promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas."
( Rui Barbosa )

Anônimo disse...

Para o Brasil ter maior controle sobre a sua riqueza que não é só petróleo, é necessário à aprovação dos projetos anticorrupção. Atualmente há oito projetos anticorrupção aguardam a votação no plenário da Câmara.
Quase 70 projetos de lei que tratam da prevenção e combate a corrupção ainda aguardam votação no Congresso Nacional, (Conforme htt://contasabertas.uol.com.br).
Tudo isso tem um custo econômico. O Brasil perde, a cada ano, o equivalente a 5% do PIB, ou R$ 130 bilhões, por causa da corrupção, segundo cálculos do economista Marcos Fernandes, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), de São Paulo. “O custo da corrupção não é só o valor do dinheiro drenado do poder público e dos indivíduos”, diz Fernandes. “O problema grave da impunidade é que ele é sintoma de insegurança jurídica.” A segurança jurídica – um conjunto de regras claras e estáveis em que todos confiem – traz investimentos, crescimento, empregos, inovação e difusão de tecnologia. A corrupção piora os indicadores sociais porque retira dinheiro da segurança, da saúde e da educação, contribui para a manutenção da carga tributária e reduz a competitividade da economia.
O PIB do Brasil poderia crescer até 2 pontos porcentuais à mais todos os anos, se não fosse a corrupção.