
sábado, 28 de fevereiro de 2009
DIGA OI ONDE ESTIVER - Como??

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Impostos
Segue uma tabela, retirada do Portal do Consumidor, com a porcentagem de impostos sobre alguns produtos carnavalescos.
| Produto | Imposto |
| Agogô | 38,74% |
| Água de côco | 34,13% |
| Água mineral | 43,91% |
| Biquíni com lantejoulas | 42,19% |
| Cavaquinho | 38,33% |
| Cerveja (lata) | 54,80% |
| Cerveja (garrafa) | 54,80% |
| Colar havaiano | 45,96% |
| Confete/serpetina | 43,83% |
| Corneta | 34,00% |
| Cuíca | 38,30% |
| Fantasia (roupa com arame) | 33,91% |
| Fantasia (roupa só com tecido) | 36,41% |
| Máscara de plástico | 43,93% |
| Pacote hotel, ingresso e traslado | 36,28% |
| Pandeiro | 37,83% |
| Reco-reco | 37,64% |
| Refrigente (lata) | 45,80% |
| Refrigerante (garrafa) | 43,92% |
| Tamborim | 39,20% |
| Viola | 39,65% |
| Violão | 38,77% |
| Fonte: IBPT |
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Carnaval

Para os negócios da capital com certeza não é nada interessante, mas para as cidades do interior que investiram no Carnaval se tornou um grande negócio.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Marolinha do Lula chegou em Imperatriz
Em imperatriz começamos a sentir o efeito da crise mundial. Um grande frigorífico fechou as portas. Mais de 400 pessoas ficaram sem empregos. E agora?
A gestão do ex prefeito Ildon usufruiu de 4 anos de bonança na economia brasileira e mundial, mas não trouxe uma fábrica de bom bom para a cidade.
Agora resta saber se em período de crise, o atual prefeito Madeira vai conseguir vender bem a cidade para as empresas virem se instalar aqui.
Acredito eu que com força de vontade tudo se pode, mas em tempos de crise não se sabe.
Mesmo com a crise, alguns setores não contratam por falta de mão de obra qualificada. Isso não ocorre só em Imperatriz, todo o Brasil sofre com a falta de mão de obra qualificada?
Agora imaginem se todo o dinheiro público investido em times de futebol, entidades privadas, tivessem sido investidos na qualificação de mão de obra? O cenário seria diferente para muitas famílias necessitadas.
Lembrem-se, um trófeu permanece no armário e ali fica, só trás lembranças e nenhuma solução para quem precisa de emprego. O conhecimento, a educação, esse serve para a vida inteira.
Abram os olhos.
Copa 2014
A resposta para essa pergunta tem várias vertentes: estrutural, social e de segurança, por exemplo.
A estrutural depende de um bom cronograma de obras a serem feitas. Dinheiro não deve faltar.
Agora nas questões social e de segurança, o fim de semana mostrou que estamos longe de estar aptos a receber tal evento. Há anos sofremos com o mesmo problema e nossas autoridades não tomam providências e tão pouco a sociedade civil organizada cobra algo das autoridades.
A violência tomou conta de vários estádios de futebol e também fora deles nesse fim de semana.
Mas o que esperar de um povo que prefere que o seu dinheiro, pago através de impostos, seja gasto com times ao invés de cobrar que sejam gastos com bem feitorias para a sociedade?
Nem peço desculpas aos fãs do futebol. É inaceitável a quantidade de problemas que temos, ver dinheiro público sendo gasto com entidades privadas. Aqueles que não gostarem dos meus comentários por favor façam comentários educados e com embasamento, caso contrário deixem de ler meu blog. Não estou atrás de leitores medíocres.
Enquanto isso nosso povo permanece na ignorância, o que é muito conveniente para todos aqueles que vivem da má gestão de recursos públicos.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
A política como ela é
Fonte: Blog do Josias
Em política, o que os atores dizem sob holofotes nunca é tão importante quanto o que é cochichado por trás das cortinas.
O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) virou personagem raro. Ele grita em cima do palco o que só se ouve no murmúrio das coxias.
Egresso do velho MDB, Jarbas é hoje um dissidente do PMDB. Desalentado com a política, deu ao repórter Otávio Cabral uma entrevista reveladora.
Vão abaixo algumas das declarações de Jarbas Vasconcelos:

- Sarney e a presidência do Senado: É um completo retrocesso. A eleição de Sarney foi um processo tortuoso e constrangedor. Havia um candidato, Tião Viana, que, embora petista, estava comprometido em recuperar a imagem do Senado. De repente, Sarney apareceu como candidato, sem nenhum compromisso ético, sem nenhuma preocupação com o Senado, e se elegeu. A moralização e a renovação são incompatíveis com a figura do senador [...]. Sarney vai transformar o Senado em um grande Maranhão.
- Rotina no Senado: Às vezes eu me pergunto o que vim fazer aqui. Cheguei em 2007 pensando em dar uma contribuição modesta, mas positiva – e imediatamente me frustrei. Logo no início do mandato, já estourou o escândalo do Renan [Calheiros]. Eu me coloquei na linha de frente pelo seu afastamento porque não concordava com a maneira como ele utilizava o cargo de presidente para se defender das acusações. Desde então, não posso fazer nada, porque sou um dissidente no meu partido.
- Renan na liderança do PMDB: Ele não tem nenhuma condição moral ou política para ser senador, quanto mais para liderar qualquer partido. Renan é o maior beneficiário desse quadro político de mediocridade em que os escândalos não incomodam mais e acabam se incorporando à paisagem.
- A situação do PMDB: O PMDB é um partido sem bandeiras, sem propostas, sem um norte. É uma confederação de líderes regionais, cada um com seu interesse, sendo que mais de 90% deles praticam o clientelismo, de olho principalmente nos cargos.
Para que o PMDB quer cargos? Para fazer negócios, ganhar comissões. Alguns ainda buscam o prestígio político. Mas a maioria dos peemedebistas se especializou nessas coisas pelas quais os governos são denunciados: manipulação de licitações, contratações dirigidas, corrupção em geral. A corrupção está impregnada em todos os partidos. Boa parte do PMDB quer mesmo é corrupção.
- O PMDB e a sucessão de 2010: O PMDB vai se dividir. A parte majoritária ficará com o governo [Dilma Rousseff], já que está mamando e não é possível agora uma traição total. E uma parte minoritária, mas significativa, irá para a candidatura de [José] Serra. O partido se tornará livre para ser governo ao lado do candidato vencedor.
- O governo Lula: Quando Lula foi eleito em 2002, eu vim a Brasília para defender que o PMDB apoiasse o governo, mas sem cargos nem benesses. Com o desenrolar do primeiro mandato, diante dos sucessivos escândalos, percebi que Lula não tinha nenhum compromisso com reformas ou com ética. [...] O grande mérito de Lula foi não ter mexido na economia. Mas foi só. O país não tem infraestrutura, as estradas são ruins, os aeroportos acanhados, os portos estão estrangulados, o setor elétrico vem se arrastando. A política externa do governo é outra piada de mau gosto. Um governo que deixou a ética de lado, que não fez as reformas nem fez nada pela infraestrutura agora tem como bandeira o PAC, que é um amontoado de projetos velhos reunidos em um pacote eleitoreiro. É um governo medíocre. E o mais grave é que essa mediocridade contamina vários setores do país.
- A popularidade do presidente: O marketing e o assistencialismo de Lula conseguem mexer com o país inteiro. Imagine isso no Nordeste, que é a região mais pobre. Imagine em Pernambuco, que é a terra dele. Ele fez essa opção clara pelo assistencialismo para milhões de famílias, o que é uma chave para a popularidade em um país pobre.
- O Bolsa Família: É o maior programa oficial de compra de votos do mundo. Há um benefício imediato e uma consequência futura nefasta, pois o programa não tem compromisso com a educação, com a qualificação, com a formação de quadros para o trabalho. [...] Há um restaurante que eu frequento há mais de trinta anos no bairro de Brasília Teimosa, no Recife. Na semana passada, cheguei lá e não encontrei o garçom que sempre me atendeu. Perguntei ao gerente e descobri que ele conseguiu uma bolsa para ele e outra para o filho e desistiu de trabalhar. Esse é um retrato do Bolsa Família.
- Os políticos: A classe política hoje é totalmente medíocre. E não é só em Brasília. Prefeitos, vereadores, deputados estaduais também fazem o mais fácil, apelam para o clientelismo. Na política brasileira de hoje, em vez de se construir uma estrada, apela-se para o atalho. É mais fácil. Por que há essa banalização dos escândalos? O escândalo chocava até cinco ou seis anos atrás. A corrupção sempre existiu, ninguém pode dizer que foi inventada por Lula ou pelo PT. Mas é fato que o comportamento do governo Lula contribui para essa banalização.
- O PT: O PT denunciava todos os desvios, prometia ser diferente ao chegar ao poder. Quando deixou cair a máscara, abriu a porta para a corrupção. O pensamento típico do servidor desonesto é: "Se o PT, que é o PT, mete a mão, por que eu não vou roubar?".
- A corrupção: É um câncer que se impregnou no corpo da política e precisa ser extirpado. Não dá para extirpar tudo de uma vez, mas é preciso começar a encarar o problema.
- As chances de Dilma: A eleição municipal mostrou que a transferência de votos não é automática. Mesmo assim, é um erro a oposição subestimar a força de Lula e a capacidade de Dilma como candidata. Ela é prepotente e autoritária, mas está se moldando. Eu não subestimo o poder de um marqueteiro, da máquina do governo, da política assistencialista, da linguagem de palanque. Tudo isso estará a favor de Dilma.
- O Futuro pessoal: Não tenho mais nenhuma vontade de disputar cargos. Acredito muito em Serra e me empenharei em sua candidatura à Presidência. Se ele ganhar, vou me dedicar a reformas essenciais, principalmente a política, que é a mãe de todas as reformas. Mas não tenho mais projeto político pessoal. Já fui prefeito duas vezes, já fui governador duas vezes, não quero mais.
Escrito por Josias de Souza às 17h39
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Graduação e Pós-graduação

Vou colocar algumas informações a respeito de como funciona a sequência de estudos, conhecidos como graduação e pós-graduação.
É comum haver uma confusão por falta de informações a respeito de como funciona a sequência do estudo no Brasil.
Mas antes torna-se importante resssaltar que sofremos muita influência do modelo Norte Americano nas áreas de pós-graduação.
A sequência básica é, após o ensino médio, Graduação e Pós-graduação. Para essas fases faremos alguns comentários.
A graduação é obrigatoria a todos, mas nem todas as fases da pós-grafuação são necessárias. A pós-graduação é um conjuntos de passos que envolve, na sequência: especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado. Lato Sensu e Stricto Sensu são denominações que agregam os tipos de curso. Lato Sensu significa de sentido mais amplo, enquanto que Stricto Sensu é um sentido mais específico, tipo estudar algo mais a fundo.
No Brasil não é necessário fazer especialização para posteriormente fazer mestrado, não é um pré-requisito. Contanto que o MEC não impõe regras para os cursos de especialização, da mesma forma como rege os cursos de mestrado e doutorado. A exigência básica para que um curso seja considerado especialização é que tenha uma carga horária de 360 horas.
O curso de mestrado é um curso genuinamente americano. Na Europa existem países que aceitam que um aluno saia direto da graduação para cursar um doutorado. Nos países anglo-saxões (por exemplo: Inglaterra) o equivalente do doutorado é o PhD (Philosophiæ Doctor).
Muitos, erradamente, consideram o MBA (Master of Business Administration) como um mestrado ou uma espacialização. No site do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPQ ao cadastrar um Curriculo Lattes, o MBA é classificado como curso de Formação Complementar. Não está incluido no grupo de titulações, tais como: Graduação, Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado.
A livre docencia é um título concedido no Brasil por uma instituição de ensino superior, mediante concurso público aberto, desde 11 de setembro de 1976 apenas para portadores do título de doutor, e que atesta uma qualidade superior na docência e na pesquisa.
Fonte: Wikipédia e CNPQ






