Mapa de acessos

sábado, 26 de setembro de 2009

O que uma mulher magoada é capaz de fazer?


Essa vai em homenagem ao meu grande amigo Toin e sua Sogra, dona Zuzu. Toin é o maior estudioso da área de relações humanas, subárea genro x sogra, que conheço.



Ok jovens! A vida imita a arte ou a arte imita a vida?

No filme X-Men 3 - O Confronto Final que trata da luta entre os direitos dos seres humanos mutantes e dos que não tem uma mutação, a personagem Mística, vivida pela bela atriz Rebecca Romijn, entrega os planos do seu ex-mandatário, Magneto - Ian Mckellen, para o Governo, por ter sido abandonada quando fora curada acidentalmente da sua peculiar mutação. Mística tomava a forma de qualquer pessoa com que tivesse contato (já pensou uma dessa lá em casa? rs rs rs). Como Magneto não viu mais Mística como uma de seus pares e sem o poder de sua mutação, resolveu abandoná-la à própria sorte.

Pois bem. Nas últimas semanas têm-se noticiado bastante sobre a saída de Marina Silva do Partido dos Trabalhadores - PT, ex-ministra do Meio Ambiente do governo Lula, sua filiação ao Partido Verde - PV e sua possível candidatura a Presidência da República.

Agora leiam esse trecho, retirado do blog do Reinaldo Azevedo.

No programa Roda Vivia, reveja em DVD quem quiser, a senadora Marina Silva (PV-AC) sugeriu que o PT orientava votos contra medidas do governo FHC mesmo que as achasse corretas. Ela, afirmou, resistiu. Só vota contra o que considera acertado quem aposta no “quanto pior, melhor”.

Estão vendo? EH EH EH EH!

Isso que ela sugeriu só não sabe quem não acompanhou a história. E para que não se diga aqui que sou um cabra ruim, na barra de vídeo do blog tem uma entrevista do ator Carlos Vereza, no Programa do Jô, onde ele, lá pelos três minutos e quarenta e cinco segundos de vídeo, afirma algo parecido. Vídeo aqui.

E nem vou perder tempo com outros exemplos, tais como: Maria Christina Mendes Caldeira (ex-mulher de Waldemar da Costa Neto, ex-presidente do PL, que o acusou de estar envolvido no caso do mensalão), Heloísa Helena, etc. 

Homens que estão na política, para se vingar dos desafetos, trabalham nos bastidores. Agora, as mulheres... eh eh eh, essas botão é pra lascar e só o fazem em situações que colocam a macharada com os testículos na reta. E o fazem com um sorriso no rosto se for preciso. 

Meu amigo Toin vive me dizendo: "Rapaz Casa... mulher é bicho sindicalizado."

Já pensou se elas resolvem realmente montar um sindicato? Creeeedo!

Candidatura do Rio para Olimpíada de 2016 é a menos transparente

Mariana Lajolo e Rodrigo Mattos

Da Folhapress
Em São Paulo


O Rio de Janeiro tem a candidatura menos transparente entre as quatro concorrentes aos Jogos-2016 - as outras são Chicago, Madri e Tóquio. A postulação brasileira é a que dá menos informações sobre custos e financiamento da postulação, além de não exibir os currículos da equipe do comitê no site.

Detalhe: é a candidatura do Rio a que tem a maior fatia percentual de dinheiro público entre as quatro cidades que buscam ser a sede da Olimpíada.

Toda bancada com recursos privados, com doações de empresas, Chicago-2016 é quem fornece mais detalhes sobre sua operação financeira. Um relatório do comitê de candidatura da cidade detalha no seu site cada uma das fontes de recursos e os gastos, com explicações para cada um deles.

São listados, por exemplo, os salários dos 11 principais executivos da postulação americana. O presidente do comitê, Lori Healey, ganha US$ 250 mil (R$ 448 mil) por ano.

Ainda são detalhados os gastos com consultorias, que somam em torno de US$ 11 milhões (R$ 19,7 milhões). "Em vários casos, a compensação desses experts teve significativos descontos nas taxas de suas cobranças-padrão", relata o Comitê Chicago-2016.

Em seu site, o Comitê Rio-2016 não revela nem o gasto total da candidatura - só havia uma previsão, feita em 2008.

Questionado pela reportagem, o comitê brasileiro se recusou a detalhar os gastos até agora. "A campanha ainda está em curso. Após o término da disputa, o comitê, no compromisso com a transparência, apresentará o demonstrativo de receitas e despesas publicamente", disse a assessoria do Rio-2016. Levantamento da reportagem mostrou que a candidatura brasileira deve consumir cerca de R$ 100 milhões.

Contatada pela reportagem, Madri detalhou seus custos, por meio do diretor financeiro do Comitê Madri-2016, Gerardo Corral. O orçamento inicial do projeto era de US$ 40 milhões (R$ 72 milhões) para três anos de campanha. Deve atingir aproximadamente 40 milhões de euros (cerca de R$ 105 milhões).

O executivo ainda informou que os gastos com marketing e apresentações da candidatura devem consumir 50% do total. As viagens ficarão com entre 10% e 15% do orçamento. O site de Madri disponibiliza licitações de compras e serviços feitos com verba pública.

"É a lei, isso é obrigatório. Temos de fazer consultas públicas para todos os contratos que ultrapassam 100 mil euros", afirmou Gerardo Corral.

O site do Rio-2016 tem um link para licitações de serviços e compras. Segundo o comitê, foram realizados 48 processos de fornecedores. Mas, quando contratou a Event Knowledge Services (EKS) por R$ 14,3 milhões, o órgão não fez licitação.

Em seu site, Tóquio-2016 cita a previsão de gastos com candidatura, US$ 45 milhões (R$ 86 milhões), mas não lista como foi gasto o dinheiro. Não houve resposta ao contato da reportagem sobre esses dados.

Em compensação, os japoneses listam o currículo dos 20 executivos que trabalham na candidatura. Ao pedir doações, abrem um canal de informações com o público para fornecer dados sobre a campanha, inclusive os relativos a gastos.

O site do Rio-2016 mostra o organograma do comitê, com os responsáveis por cada setor. Só que não há nenhuma informação sobre cada um deles.

Um comentariozinho, só pra contrariar:

Recurso Público x Recurso Privado

RS RS RS... Brasileiro nem em momentos cruciais toma jeito. Tudo é nas coxas. Além do mais, sabemos que a transparência brasileira é algo que está mais para virtual, e gente vê, mas não existe.

Atenção para o trecho em vermelho. Lá nos EUA o setor privado é responsável por investir em eventos desse porte. No Brasil se acostumou a tudo ou grande parte vir do Estado. Aqui o setor privado se beneficia com o dinheiro do povo, lá o povo e o setor privado se beneficiam com o dinheiro do setor privado.

Antes que alguém venha escrever: "Há! Você não se decide, uma hora vem aqui defender que o dinheiro público deve ser usado em benefício do povo e agora está defendendo que o setor privado deve assumir o papel de investidor.

Existe uma diferença abissal em aplicar dinheiro do povo em benefício do próprio povo, com educação, pesquisa, ciência e tecnologia, e aplicar dinheiro do povo em times de futebol e eventos esportivos. O próprio modelo americano, com o projeto de Chicago, demonstra que o total de recursos é de origem privada.

Mas no Brasil é assim, onde o governo deveria estar, não faz questão de estar, onde ele não deveria ser necessário, "mete o bedelho onde não lhe cabe" - Tenho que dar os créditos a quem merece, Frase de Jaldene, leia aqui.

Currículos

Esse negócio de currículo no Brasil é uma piada. Os gringos não sabem que nós, os brazucas, não damos a mínima para titulação, etc. Aqui vale o Quem Indica - Q.I. A tartaruga que sobre em árvore. Aqui até governantes já colocaram informação falsas em currículo. Se até agora não apareceu um currículo, dos organizadores, então será difícil aparecer mais na frente. 

O Brasil é o país onde se indica uma pessoa para a mais alta corte da justiça, que não possui titulação adequada, não tem comprovação de notório saber (ops... possui notório saber petista), tem larga história de prestação de serviços para partido do governo, etc.

Então, para que raios temos obrigação de indicar para um evento da magnitude de uma olimpíada, algo que nunca ocorreu na América do Sul, uma pessoa que tenha currículo. Aqui não precisa, mas como diria o personagem do comediante Benvindo Siqueira, da Escolinha do Professor Raimundo: "só se for na França".

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Quem manda na casa?

Seja na casa da Nova Imperatriz ou aqui no meu blog quem manda sou eu.

Essa veio lá do Fechado, lugarejo conhecido como interior do Sítio Novo do Maranhão, verídica.

Em memória de Simão Aprígio do Nascimento (Bisavô da Melissa).

Há um tempo atrás, o grande Simão criava um porco enorme.
Certa vez Seu Simão - como era conhecido, e Dona Marica, sua esposa, estavam como de hábito sentados à porta da casa da família quando passa um morador que há tempos tinha vontade de comprar aquele barrão.
Então o morador pergunta a Seu Simão:
- Seu Simão me venda aquele porco bonito e gordo.
Dona Marica responde, "meio que"... se intrometendo na conversa:
- O PORCO NÃO ESTÁ A VENDA, NÃO!!
Realmente o porco não estava à venda. Então, Seu Simão de bate-pronto, sem gaguejar, responde na "lata" para o morador:
- POIS AGORA ENTRE E PEGUE, POR QUE O PORCO É SEU!! DE GRAÇA!!

O Simão quando queria era mais grosso que açaí de quinze reais.

Sacou? Mano véio.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A pergunta de Lula

Do blog do Reinaldo Azevedo 

Lula foi indagado ontem se tinha comentado alguma coisa com Ahmadinjead sobre as acusações de fraude nas eleições do Irã. Respondeu:
“Eu sou um dos poucos que aceitaram suas derrotas. Seria muita petulância minha me meter em assuntos de outro país”.
É verdade! Que direito Lula tem de se meter em assuntos de outro país?

Baseado nesta afirmação, então se pode inferir que a Embaixada brasileira em Honduras é independente, já que lula "não tem" a petulância de se meter em assuntos de outros países.

Em seu governo Lula levou a política externa brasileira para o lixo. Lula usa de tudo para parecer líder de alguma coisa. Mesmo que para isso tenha que se aliar a escória da política ou a ditadores (assassinos) internacionais. Mas não se preocupem Lula tem a capacidade de nos surpreender mais a cada dia. Outras sandices virão por ai.
O engraçado é que quando somos açoitados pelos nossos vizinhos o molusco não tem coragem de fazer algo a respeito. Deve ser por que o manda-chuva Fidel e o aprendiz de golpista Chavez não permitem. 


quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A Ciência e Tecnologia em alguns municípios


Vejam o que já ocorre há tempos em alguns municípios do Brasil. Notem o quanto somos atrasados em algumas políticas públicas, tais como: ciência, tecnologia e inovação. 

  • Ciência e Tecnologia no Município de Vitória, desde 1991. Aqui. (18 Anos de atraso!)
  • Criação do Conselho e do Fundo Municipal de Ciência e Tecnologia de Passo Fundo (RS). Aqui.
  • Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia de Porto Alegre. Aqui.
  • Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia de Aracaju. Aqui.

Em fevereiro de 2008 em uma audiência na Câmara de Vereadores, debatemos sobre a criação de um Pólo de Software e também de uma Secretaria para fomentar esse e outros projetos, que alavancariam o desenvolvimento de nossa cidade. O prefeito da época (agora ex-prefeito, ainda bem, ufa!!), nem chegou a nos receber para discutir o projeto.

Na época o Estado do Maranhão não possuía uma cidade com uma Secretaria a Nível Municipal voltada para a Ciência e Tecnologia. João Castelo já corrigiu o erro em São Luis. A cidade que já contava com o apoio da Secretaria Estadual, agora conta com uma Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia.
Enquanto isso Imperatriz deixa de ter poder para barganhar e receber recursos para a cidade.


E Imperatriz, quando vai sair do atraso?

Acorda Madeira!!
 

Peregrinação na Câmara de Vereadores


Ontém estive na Câmara de Vereadores, juntamente com alguns alunos, em busca de ajuda financeira para compra das passagens para participação no Seminário de Iniciação Científica do Instituto Federal, que ocorre de 25 a 27 de Novembro. Os alunos ganharam o direito de participar quando ganharam o 1º Lugar na categoria Tarefa Livre na1ª IF Robótica.


A Câmara de Vereadores não dispõe de mecanismo legal para fornecimento de passagens ou recursos para tal finalidade, então fomos apelar para a boa vontade dos vereadores. Alguns prometeram, outros disseram não, e outros nem nos deram atenção. Sabemos que a finalidade de um vereador não é fazer filantropia desta natureza, mas como Imperatriz não tem um Órgão Oficial comtemplador de regras para o fomento da pesquisa, então temos que apelar para alguns patrocinadores (Lojas de Departamentos, Informática, Parentes, Políticos, Candidatos, etc.).

Conversei com o Vereador Rildo Amaral sobre recursos da Câmara de Vereadores que não são aplicados e que, por ventura, retornam quando da falta de aplicabilidade. Esse recurso, mesmo correndo o risco de retornar não pode ser aplicado a outro fim que não seja ao que foi direcionado, quando enviado para a casa legislativa da nossa cidade. No estado de saúde mental que anda nossa política não sei se isso é uma boa ou má notícia.

Imperatriz recebe do Governo Federal recursos para serem aplicados em Ciência e Tecnologia, mas a cidade não oferece destino a esse recurso. Verba que não é usada retorna para os cofres do tesouro da Federação. Mas por que esse recurso não é aplicado? Falta de vontade política é o principal motivo.

Se a cidade tivesse um órgão competente para direcionar os recursos, para projetos devidamente avaliados e selecionados, não precisaríamos estar passando por alguns constrangimentos e mendigando algo que é de direito dos cidadãos, auxílio e fomento a pesquisa por parte do município.

domingo, 13 de setembro de 2009

Torneio avalia educação profissional

Mackson Elias dos Santos no laboratório onde treinou para a competição (Foto: Paulo Francisco/G1)

Fernanda Calgaro Do G1, em São Paulo
Fonte aqui.

Jovem brasileiro monta câmara frigorífica em competição no Canadá e leva ouro
Torneio que avalia a educação profissional é o principal do mundo.No total, Brasil ficou com quatro ouros, quatro pratas e dois bronzes.

Quem acha que só com o curso técnico de nível médio não vai muito longe na vida se engana. Mackson Elias dos Santos, de 21 anos, foi. E voltou com uma medalha de ouro no peito. Considerado uma das promessas na sua área, o técnico formado em mecânica de refrigeração obteve o primeiro lugar na sua modalidade na principal competição que avalia a educação profissional no mundo, a World Skills.

Confira fotos da World Skills 2009

A edição deste ano, que acabou na segunda-feira (7), foi realizada em Calgary, na província de Alberta, no Canadá. Em quase 22 horas de provas, divididas em quatro dias, ele precisou montar duas câmaras frigoríficas interligadas do início ao fim.

“Tive que fazer tudo, só havia o gabinete. Precisei desde colocar todos os componentes mecânicos e elétricos até fazer o comissionamento”, conta, usando o jargão que define a parte do processo em que são feitos os testes e ajustes de precisão do equipamento. “Fui o único que conseguiu fazer com que uma câmara atingisse -1ºC e a outra, -21ºC, exigências do torneio”, gaba-se.


No total, cerca de 900 participantes de 51 nações competiram em 45 ocupações, como são chamadas as modalidades, dos setores industriais, comerciais e de serviços. O Brasil foi representado por 24 jovens em 20 delas, como soldagem e robótica móvel.

Além do ouro de Santos, outras três medalhas douradas, quatro de prata e duas de bronze saíram para brasileiros. Também saíram cinco diplomas de excelência. Foi o melhor resultado do país desde 1981, quando o país levou candidatos pela primeira vez –o evento existe desde a década de 50.


Treinamento

Como numa olimpíada, contam pontos, além da habilidade e conhecimento, a capacidade de concentração e agilidade. Para isso, é preciso treino, muito treino. Desde que se formou no curso técnico industrial de refrigeração e ar condicionado no final de 2007, a rotina de Santos é de dedicação integral. Isso porque, para chegar à fase internacional, precisou antes vencer a brasileira, em julho de 2008.


A partir daí, quando saiu o resultado da etapa nacional, passou a receber uma bolsa de estudos, de um salário mínimo e meio, do Serviço de Aprendizagem Industrial (Senai) de Natal (RN), onde fez o curso. “Eu só treinava. Ficava montando equipamentos de segunda a sábado.”

A três meses do evento, a carga de treinamentos foi intensificada. À época, a organização divulgou o conteúdo das tarefas para que os competidores focassem o seu preparo. “Passei, então, a ir para o laboratório de domingo a domingo”, diz. “Mesmo assim, 30% da prova sofreu alteração no dia para dificultar.”
“A competição é realmente de alto nível”, concorda Antonio Carlos Dias, líder da equipe brasileira na World Skills. “E, quando o nosso país se destaca, há um reconhecimento da excelência do ensino que temos aqui.”

O torneio rendeu ainda a Santos o título de cidadão honorário de Calgary, do qual ele se orgulha muito. "Foi a minha primeira viagem internacional, uma experiência incrível."

Futuro

Já de volta a Natal, os planos de Santos de curtir a mulher Ana Paula, 18 anos, e o filho, Bruno Kauã, de 1, talvez fiquem um pouco prejudicados, mas por um bom motivo. Nesta segunda-feira (14), ele irá até o Senai para ouvir da direção uma proposta de trabalhar como instrutor.

Feliz da vida, Santos, filho de um militar aposentado e de uma dona de casa, ainda planeja, para o ano que vem, prestar vestibular para engenharia mecânica ou elétrica. “Nunca imaginei que poderia ir tão longe. Agora que sei que sou capaz, vou correr atrás dos meus sonhos.”



sábado, 12 de setembro de 2009

Acadêmia de ciências

Imperatriz está vendo o bonde do desenvolvimento passar e não está aproveitando as oportunidades. Estou me referindo a falta de comprometimento de nossas autoridades na inclusão no mundo da ciência de nossos alunos.

O que temos na cidade é a luta de alguns anônimos que usam de força de vontade e motivação para mostrar que a educação e a pesquisa são os caminhos a serem tomados.

Falta em nossa cidade, por exemplo, uma Secretaria de Ciência e Tecnologia. O Estado do Maranhão não tinha uma em nível municipal, até que o atual prefeito de São Luis, João Castelo criou em sua gestão. Se Castelo criou essa Secretaria pensando em melhorar a pesquisa na capital, isso não sei, pois os políticos tomam decisões por milhares de motivos e o último deles é ajudar no social (claro que existem raras exceções), mas com certeza ele sabe que sem uma Secretaria de Ciência e Tecnologia não existe a possibilidade de receber recursos federais que são estritamente destinados para fins de ciência e pesquisa.

No nosso estado temos uma Secretaria de Ciência e Tecnologia. Subordinada à essa Secretaria há a Fundação de Amparo a Pesquisa do Maranhão - FAPEMA, com alguns escritórios na capital e em algumas cidades do interior.

Imperatriz tem uma simplório escritório da FAPEMA, representada aqui pelo competentíssimo Prof. Dr. Manoel de Oliveira Dantas.

A falta de um órgão dessa natureza em nossa cidade acarreta na falta de poder para buscar recursos que poderiam alavancar a cidade em seus índices, inclusão, pesquisa, ciência e principalmente educação.

Outra iniciativa importante para a cidade é a criação de uma Academia de Ciências composta por pessoas realmente comprometidas com a pesquisa. Uma entidade dessa natureza seria muito importante na busca de recursos para a pesquisa e para os rumos da ciência da nossa cidade.

A ciência como inclusão


Estive hoje pela manhã na feira de ciências do Colégio Santa Teresinha. Fui convidado para ser avaliador de quatro trabalhos. É impressionante o que a força de vontade pode fazer. Aquilo sim é inclusão!!


Para aqueles que pensam que as escolas públicas, de ensino fundamental e médio, não fazem ciência por falta de recurso, eu lhes digo: não faz ciência quem não quer. A pesquisa vicia. E a metodologia é acessível a todos. Basta os educadores tomarem a iniciativa que muitos alunos os seguem, para isso motivação e uma pitada de criatividade é imprescindível. E o melhor da pesquisa é quando essa pesquisa ajuda às pessoas a descobrir o mundo da ciência.


Convido a todos que lêem esse blog a visitar um evento dessa natureza. É muito legal presenciar adolescentes fazendo pesquisa, criando, descobrindo e principalmente mostrando que a educação é a saída para os problemas da nossa sociedade.


Antes que alguém venha escrever aqui que o evento foi de um colégio particular, elitista, etc., vale ressaltar que outros eventos da mesma natureza na cidade, tem trabalhos de instituições públicas apresentados em seus stands.


Ainda bem que temos em nossa cidade muitas pessoas que tem o compromisso com a educação dos nossos jovens e não perdem tempo reclamando da vida que tem ou usando recursos e as pessoas em prol de si com fins políticos.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Comentário de Natal

Comentário de Natal em vermelho feito no post Radiografia da educação superior brasileira e a minha resposta neste post em azul.

Olá professor Casanova!
Olá caro Natal!

O trabalho com educação, como o senhor bem sabe, envolve muitas variáveis. Uma "prova" talvez não consiga englobar a todas elas.
Realmente uma prova não engloba todas as variáveis do complexo sistema que envolve a educação, seja ela de qualquer modalidade de ensino.
Isso me lembra alguns alunos que tive no passado, não sei se por coincidência esquerdistas. Sempre que a nota geral da turma era ruim eles enviavam aqueles e-mail´s enormes, com aquele blá blá sobre avaliação..., que o sistema era falho..., que avaliação era um processo contínuo..., se reuniam para reclamar junto a direção sobre a forma de avaliação do professor, faziam pressão, etc. Mas quando a turma toda tirava uma nota sastisfatória para a própria turma, então o sistema de avaliação não era questionado, independente se fosse o mesmo método aplicado de quando a turma tirou nota baixa. Que lógica sensacional, hein? Parece a lógica torta do molusco presidente. Tomara que isso não seja regra partidária.  

A característica inclusiva no ensino de Jovens e Adultos é uma falha?
Onde você achou em meu blog escrito que acho uma falha a característica inclusiva do EJA? Eu não escrevi que a característica inclusiva do EJA é uma falha, escrevi que os alunos entram sem a base necessária. Colocar alunos em sala só para fazer número não é incluir. Conheço pessoas que saíram da faculdade quase da mesma forma que entraram. Fizeram números para o MEC, mas não vão trazer qualidade para os serviços oferecidos no Brasil.

Eu penso que não. Já trabalhei com o EJA, fui professor também. Na ampla maioria dos casos o desenvolvimento de uma pessoa que já não tinha mais nem a chance de se divertir com uma boa leitura em uma idade avançada chega a comover.
Concordo. Além do mais ensinar no EJA não é tão diferente de ensinar em algumas faculdades particulares.

Processos estatísticos como esses são um prato cheio para a mídia, claro. Todavia, quem não sabe que o Brasil é ainda um país em desenvolvimento? O tal nivelamento é uma coisa perigosa.
Nivelar não é um perigo, é dar a oportunidade de aprender algo que já não se estuda há muitos anos ou não teve oportunidade de aprender. Como podemos ensinar um cálculo mais complexo para um aluno, de edificações e de informática por exemplo, que não sabe tirar uma média aritmética, um MMC ou até mesmo o uso de parênteses e a precedência dos operadores matemáticos básicos? Sem mencionar casos extremos de alunos que mal escrevem o próprio nome. Alguns desses alunos, futuramente, estarão trabalhando em projetos de edifícios.
Além do mais, hoje vejo a necessidade de um nivelamento em muitos cursos superiores, nos períodos iniciais, pois muitos alunos são oriundos da rede pública de ensino. Ensino esse gerido por diversos partidos, é só escolher. Principalmente na nossa Imperatriz, onde já tivemos o sempre governista PMDB, o super ético PT e agora o super exemplo de partido PSDB. Três siglas com garantia de um terreno no céu.

Pode retirar a chance de muitas pessoas que acordaram em um dia ruim ou que estão mesmo sem estudar e que por isso mesmo não passarão em um processo seletivo. Nesse ponto, professor, corremos um risco sério: o de cercear um direito fundamental; o direito a educação. Posturas assim são reacionárias, elitistas e o pior de tudo, antidemocráticas.
Esse risco que você se refere caro Natal o aluno do EJA corre somente em um curso de nivelamento? Quer dizer que durante o curso propriamente dito, ele não vai correr esse risco? É uma postura antidemocrática, elitista e reacionária procurar dar uma base melhor a um aluno que há anos não entra em uma sala de aula? Além do mais, ainda não conheci nivelamento antes de um processo seletivo. Até onde conheço os cursos de nivelamento ocorrem após a seleção dos alunos para um dado curso. Então o nivelamento não elimina alunos aprovados ou selecionados para um curso.
Nivelar não retira a chance de ninguém. O que retira a chance de uma pessoa estudar é a falta de uma política sólida e de longo prazo para educação. Eu como professor, já passei por várias turmas de nivelamento e dos muitos alunos que desistiram, todos foram no decorrer do curso e não no curso de nivelamento que as faculdades ofereciam antes do começo dos cursos. Nivelamento esse que procurava justamente dar uma melhor base ao aluno e incentivar a sua continuidade no curso, base essa que não foi dada no devido tempo.
Os alunos que entram em um curso sem a base necessária, tem mais chances de desistir do curso, por dificuldades em lidar com as disciplinas, do que os alunos que receberam a ajuda necessária antes de lidar com matérias específicas e que requerem fundamentos normalmente passados nos ensinos básico e médio.

Saudações!
Saudações!!

P.S. Parabéns pelo sucesso dentro do IFET IFMA (CEFET) quando estudei aí, nos tempos do governo do PSDB, não tive a oportunidade de trabalhar em tantos projetos interessantes, não tínhamos recursos oriundos do governo federal social democrata - a educação não era o foco dele.
P.S. Realmente o PSDB não deu o devido valor as Escolas Técnicas. O governo Lula tem investido muito nas Escolas Técnicas. Só é uma pena, que para toda essa governabilidade, ele esteja ao lado de pessoas da pior espécie, se bem que como se diz aqui na terra do frei: "boi preto conhece boi preto, boi pintado conhece boi pintado e eles não se misturam." Então se ele está junto, é por que não é muito diferente deles.
Mas eu não perco muito meu tempo com isso, prefiro trabalhar e mostrar para os alunos o que é a ciência. E nem uso isso para cunho político, nem pertenço a partido político, diferente de alguns que se dizem amigos dos estudantes e usam os alunos para fins partidários.
Lembro-me bem até do terrorismo que a esquerda fazia dentro da escola, em época de reeleição do Lula. "Se o PSDB ganhar, eles vão vender o CEFET!" O mesmo terrorismo que ele envolveu Alckmim no caso Petrobrás e logo depois que se reelegeu, vendeu quilômetros e quilômetros de estradas federais. E uma coisa que me intriga até hoje e que ninguém conseguiu ou consegue me responder é: Quem quer comprar o IFMA?
No mais caro Natal, longe de mim querer ser grosseiro com sua pessoa, muito pelo contrário, obrigado pelos parabéns! Mas o sucesso ao qual você se refere, nada mais é do que o fruto de um trabalho sério e muita força de vontade, além do trabalho de alguns professores e administrativos da escola e de fora da escola que tem o comprometimento com a educação e a pesquisa.
Todo professor tem a obrigação de ensinar e pesquisar junto a seus alunos. O problema é que aqueles que reclamavam tanto de que foram esquecidos na era PSDB, estão hoje muito felizes com a era PT, mas não se lembram de sua obrigações, de fazer a pesquisa, extensão, etc. Obrigações essas que todos já tinham quando entraram na escola, muito antes da sua passagem pelo CEFET e muito antes do PSDB governar o Brasil.
Mesmo na era FHC, onde segundo você a educação andou esquecida, pesquisas poderiam ter sido feitas no CEFET em várias áreas. Não foram feitas por acomodação e falta de uma cobrança por parte da direção e até por parte dos alunos, por não conhecerem o regimento e as leis.
E se falta de recurso era a desculpa, qual é a desculpa do Grêmio em não auxiliar e incentivar? O que fez o Grêmio para ajudar em nossas inicativas? Se você acompanha o blog, deve ter visto que além de não fazer o que deveria, ainda tentou atrapalhar. Caso não lembre, clique aqui. Nunca tive o auxílio do Grêmio Estudantil do IFMA, por meio do atual presidente seja na sua atual gestão ou na anterior. Nem se quer uma conversa sobre os rumos da pesquisa na escola. Até hoje não conheço o membro do Grêmio que é responsável por acompanhar a pesquisa na escola.
Só para ficar claro, a maioria das minhas inciativas juntamente com os alunos e que resultou em um artigo ou projeto de pesquisa, foi feito sem bolsa ou auxílio similar de governo federal, estadual ou municipal. Tive que suar a camisa junto com alunos para conseguir a maioria dos fundos necessários para viagens. Os tais recursos que deveríam ser de fácil acesso para pesquisa, estão bombando em outras áreas, tais como: merkting de pré-sal, compra de aliados, etc.
Por conta dessa omissão, qualquer pessoa que faça o seu trabalho acaba se destacando. Infelizmente essa é a verdade.

Radiografia da educação superior brasileira

Segue matéria do G1.

"Só 47 dos mais de 7 mil cursos avaliados no Enade são considerados 'top'
24 instituições, três delas privadas, respondem pelos cursos.Mais de um terço dos cursos são insatisfatórios, segundo MEC.

Somente 47 cursos superiores, dos 7.329 avaliados pelo Ministério da Educação (MEC) no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) em 2008, estão entre os “top” no país. Eles foram os únicos a obter a nota máxima (conceito 5) nos três principais quesitos -nota do Enade, IDD (índice que mostra o quanto a instituição agregou ao aluno) e Conceito Preliminar de Curso (CPC), que reúne a nota do Enade, o IDD, a titulação dos professores e a infra-estrutura.

Na outra ponta, 663 cursos tiveram desempenho insatisfatório (nota 1 ou 2) nesses três indicadores, o que significa que 23 mil estudantes que receberam o diploma no ano passado se formaram em cursos fracos."
Comento:

O exame mostrou o que muitos já sabiam. O ensino superior anda mal das pernas. Nesta caso há um paradoxo, as instituições públicas, mesmo com uma infra-estrutura ruim, tem os melhores cursos. Já as particulares, contam com infra-estrutura, mas deixam a desejar em outros pontos, tais como: professores com dedicação exclusiva e falta de pesquisa.

Além do mais as instituições particulares, pelo menos as do nosso estado, são paternalistas. Valorizam demais o aluno em detrimento de um ensino de qualidade. Alunos são tratados como crianças em um jardim de infância, os erros dificilmente são castigados com reprovação, etc. Isso sem mencionar que o paternalismo não é privilégio apenas das instituições de ensino superior particulares, escolas públicas de ensino médio também tem uma cultura paternalista.

Dessa forma alunos ruins saem aos montes dessas instituições.

Isso sem mencionar o EJA - Educação de Jovens e Adultos. Não sou contra educar jovens e adultos, mas dar acesso a sala de aula de cursos técnicos, tais como: edificações, informática, etc., para pessoas que estão há anos fora de sala de aula e tem dificuldade de escrever até o próprio nome, é auxiliar no aumento dos índices que nos envergonham. Isso mostra que o governo visa a quantidade, os números e não a qualidade no ensino.

Alunos do programa EJA deveriam passar por um nivelamento antes de entrar em um curso profissionalizante.

Os resultados do Enade 2008 aqui.

Essa é a educação do nosso Brasil. Só lamento.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Fotos 1ª IF Robótica




Fotos 1ª IF Robótica

Equipe Legomaníacos - Guitar


Equipe Legomaníacos - Guitar

Equipe Medabots - Valet

Equipe Medabots - Valet

Equipe Mecainfo - Impressora via Bluetooh

Equipe Digilegotron - T-Garra
Equipe Gundam - Shallow Sky

Equipe Mecainfo - Impressora via Bluetooh


Alunos do IFMA que trabalharam como mesários na votação do melhor projeto segundo o voto popular, na 1ª Copa de Robótica


Fotos 1ª IF Robótica

Banner Equipe Gundam

Equipe Gundam - Out Display

Medabots - Abajur Inteligente

Equipe Digilegotron - L353

Profa. Lícia da Hora - Avaliadora

Banner Equipe Legomaníacos
Abajur Inteligente - Medabots

Equipe Gundam

Equipe Legomaníacos

Equipe Mecainfo