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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O Mentiroso do PageRank

Essa veio do agorabinhi, o que segue abaixo estou adaptando.

Na página inicial do Google digite a palavra Mentiroso.

Em seguida clique no botão Estou com Sorte.

Advinha quem vai aparecer??

Quem quiser saber o que é PageRank, clique aqui.

 

Da série: vale a pena ver de novo

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Sofá USB

Fonte: G1 Tecnologia

Sofá USB permite que usuários conectem seus laptops e compartilhem conteúdo

Projeto de design traz quatro estofados com 14GB de capacidade. Móveis têm discos removíveis embutidos e sete cabos para conexão.

Mais informações, aqui.


Imperatriz, o futebol e a violência.

Notícia de hoje, do Imirante.

Estudante é assassinado a golpe de canivete em Imperatriz


O crime interrompeu um período de mais de uma semana sem homicídios na cidade.

João Rodrigues/Imirante

IMPERATRIZ - O estudante universitário Sterfhr Luiz Santos Moreira, de 20 anos, foi morto com um golpe de canivete no peito na noite de quinta-feira (27) na Rua Castro Alves, no Parque Santa Lúcia, em Imperatriz. O crime, que interrompeu um período de mais de uma semana sem homicídios, teve como autor um adolescente de 17 anos apreendido no fim da manhã desta sexta.

Segundo o tenente da PM, Silva Júnior, o adolescente confessou a autoria e o motivo crime.

“Ele disse que matou porque a vítima o encarou”, disse o militar, ressaltando que o acusado estaria sob efeito de droga no momento do crime.

O adolescente foi entregue pela PM na Delegacia do Adolescente Infrator (DAI) onde foi autuado por ato infracional correlato a homicídio. Ele já teve passagem pela Funac, de onde seria fugitivo.

Comento:

Mais um crime por motivo fútil.

Não é de hoje que a violência assola o Brasil, e em Imperatriz a situação não é diferente.

Mas também, em uma cidade onde alguns vereadores gastam seus tempos em questões de time de futebol, instituições particulares com fins lucrativos, o que vocês queriam?

Acho que o cego sou eu, Imperatriz é uma cidade que não tem problemas. Talves por isso tanta preocupação com os times. Talves seja mais importante tratar de futebol a tratar de ações sociais para retirar jovens das ruas e de um futuro ingrato.


Vereadores preocupados com o time da cidade


Da coluna Fora de Pauta de hoje, por Willian Marinho.

"Uma comissão de vereadores acompanhará a eleição da diretoria do Imperatriz. O pleito deve acontecer em 8 de dezembro e, como determina o estatuto, caberá ao Conselho eleger o presidente e o vice do clube. A Assembleia Geral está marcada para este dia e, como se observa, os candidatos devem ter, no mínimo, dois anos ininterruptos como associado."

Comento:

Vejam só, nossos vereadores vão acompanhar com que intuíto, as eleições de uma instituição privada com fins lucrativos?

Nossas crianças padecem com uma educação sem qualidade. Nossos jovens não tem incentivo à pesquisa, quando necessário tem que apelar para a iniciativa privada e para a "pedilança" para conseguir recurso para pesquisas. Nossa cidade tem inúmeros problemas e nossos representantes vão se ocupar com time de futebol.

Essa é a representatividade que temos. É por essa e por outras que acho a câmara de vereadores subutilizada.


Menino do "MEP"

O título original dessa postagem de Reinaldo Azevedo, é:


É, meus caros leitores… Encare este post até o fim!!!

Permito-me abrir este post verdadeiramente espantoso com algo que escrevi aqui há menos de uma semana: não me interessa a vida privada de homens públicos, a menos que ela esteja em contradição com a sua pregação e com as escolhas políticas que anunciam. Dito isso, adiante.

Vocês sabem quem é César Benjamin? Então começo por sua biografia sintetizada hoje na Folha de S. Paulo:


CÉSAR BENJAMIN, 55, militou no movimento estudantil secundarista em 1968 e passou para a clandestinidade depois da decretação do Ato Institucional nº 5, em 13 de dezembro desse ano, juntando-se à resistência armada ao regime militar. Foi preso em meados de 1971, com 17 anos, e expulso do país no final de 1976. Retornou em 1978. Ajudou a fundar o PT, do qual se desfiliou em 1995. Em 2006 foi candidato a vice-presidente na chapa liderada pela senadora Heloísa Helena, do PSOL, do qual também se desfiliou. Trabalhou na Fundação Getulio Vargas, na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, na Prefeitura do Rio de Janeiro e na Editora Nova Fronteira. É editor da Editora Contraponto e colunista da Folha.


Como se nota por sua biografia, Benjamin — conhecido por Cesinha — não é alguém por quem eu nutra qualquer simpatia ideológica. No arquivo, vocês encontrarão várias referências a ele e também à sua editora, que publica bons livros. À diferença do que dizem, sei manter divergências civilizadas com civilizados. Adiante.


A Folha publica hoje alguns textos sobre o filme hagiográfico “Lula, O Filho do Brasil”. Benjamin escreve um longo depoimento — íntegra aqui — em que narra todos os horrores que sofreu na cadeia, preso que foi aos 17 anos. Entre outras coisas, e sabemos que isto é tragicamente comum nas cadeias brasileiras até hoje, foi entregue para “ser usado” pelos presos comuns, o que, escreve ele, não aconteceu. E faz um texto que chega a ser comovido sobre o respeito que lhe dispensaram na cadeia.

Depois de narrar suas agruras, interrompe o fluxo da memória daquele passado mais distante para se fixar num mais recente, 1994, quando integrava a equipe que cuidava da campanha eleitoral de Lula na TV — no grupo, estava um marqueteiro americano importado por alguns petistas. E, agora, segue o texto estarrecedor de Benjamin sobre uma reunião.


(…)
Na mesa, estávamos eu, o americano ao meu lado, Lula e o publicitário Paulo de Tarso em frente e, nas cabeceiras, Espinoza (segurança de Lula) e outro publicitário brasileiro que trabalhava conosco, cujo nome também esqueci. Lula puxou conversa: “Você esteve preso, não é Cesinha?” “Estive.” “Quanto tempo?” “Alguns anos…”, desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: “Eu não aguentaria. Não vivo sem boceta”.


Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos 30 dias em que ficara detido. Chamava-o de “menino do MEP”, em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do “menino”, que frustrara a investida com cotoveladas e socos.

Foi um dos momentos mais kafkianos que vivi. Enquanto ouvia a narrativa do nosso candidato, eu relembrava as vezes em que poderia ter sido, digamos assim, o “menino do MEP” nas mãos de criminosos comuns considerados perigosos, condenados a penas longas, que, não obstante essas condições, sempre me respeitaram.


O marqueteiro americano me cutucava, impaciente, para que eu traduzisse o que Lula falava, dada a importância do primeiro encontro. Eu não sabia o que fazer. Não podia lhe dizer o que estava ouvindo. Depois do almoço, desconversei: Lula só havia dito generalidades sem importância. O americano achou que eu estava boicotando o seu trabalho. Ficou bravo e, felizmente, desapareceu.

Num outro ponto se seu longo texto, Benjamin comenta o filme sobre a vida de Lula e lembra aqueles que não o molestaram na cadeia:


(…)
A todos, autênticos filhos do Brasil, tão castigados, presto homenagem, estejam onde estiverem, mortos ou vivos, pela maneira como trataram um jovem branco de classe média, na casa dos 20 anos, que lhes esteve ao alcance das mãos. Eu nunca soube quem é o “menino do MEP”. Suponho que esteja vivo, pois a organização era formada por gente com o meu perfil. Nossa sobrevida, em geral, é bem maior do que a dos pobres e pretos.


O homem que me disse que o atacou é hoje presidente da República. É conciliador e, dizem, faz um bom governo. Ganhou projeção internacional. Afastei-me dele depois daquela conversa na produtora de televisão, mas desejo-lhe sorte, pelo bem do nosso país. Espero que tenha melhorado com o passar dos anos.

Mesmo assim, não pretendo assistir a “O Filho do Brasil”, que exala o mau cheiro das mistificações. Li nos jornais que o filme mostra cenas dos 30 dias em que Lula esteve detido e lembrei das passagens que registrei neste texto, que está além da política. Não pretende acusar, rotular ou julgar, mas refletir sobre a complexidade da condição humana, justamente o que um filme assim, a serviço do culto à personalidade, tenta esconder.

Comento:

Assim como este, o Brasil pariu mais de uma centena de milhares desse tipo de filho.


Planalto admite:vôo de Lulinha NÃO tem amparo legal


Ao pegar carona, junto com 15 acompanhantes, num Boeing da FAB, Fábio Luiz Lula da Silva, filho do presidente, embarcou numa ilegalidade.

A Presidência da República reconhece que não há na legislação em vigor um mísero artigo que dê respaldo ao vôo.

A despeito disso, o Planalto considerou “normal” a carona. Invoca um argumento extralegal: o costume.

Eis o teor da manifestação oficial da secretaria de Imprensa do Palácio do Planalto:

“A possibilidade de o presidente da República convidar pessoas para deslocamentos em aviões oficiais baseia-se numa prerrogativa tradicionalmente exercida no Brasil: foi assim em governos anteriores, tem sido assim no atual”.

Deve-se à repórter Kátia Brasil a notícia sobre a apropriação privada das asas da FAB por Lulinha, como é conhecido o filho do presidente.

O primeiro-filho e seus acompanhantes serviram-se do Boeing da FAB em 9 de outubro. Voaram de São Paulo para Brasília.

As circunstâncias do vôo conferem ao caso um quê de extravagância. O Boeing foi deslocado em pleno ar. Estava a dez minutos de pousar em Brasília. Transportava militares recolhidos no interior de São Paulo.

Súbito, o comandante da aeronave recebeu ordem para retornar a São Paulo. Oficialmente, buscaria o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

O avião pousou em Cumbica, no município de Guarulhos. Foi reabastecido. Descobriu-se que Meirelles e os caronas se encontravam em Congonhas.

Nova decolagem, seguida de uma hora de sobrevôo, para gastar o combustível. Aterrissagem em Congonhas. Embarque coletivo.

Meirelles mandou dizer que não sabia que Lulinha e comitiva dividiriam com ele os assentos do Boeing. A Aeronáutica disse que não dispunha da lista de passageiros.

Agora, o reconhecimento oficial de que o avião da FAB voou à margem da lei, equilibrando-se apenas nos velhos costumes.

Os vôos da Força Aérea estão regulamentados num decreto. Leva o número 4.244. Foi editado em 2002, sob Fernando Henrique Cardoso.

A normatização foi feita nas pegadas de uma anomalia. Descobrira-se que sete autoridades haviam como que “privatizado” as asas da FAB.

Usaram aviões da Viúva para realizar viagens de turismo. A maior parte delas para a aprazível ilha de Fernando de Noronha.

Afora os familiares, o rol de passageiros incluía seis ministros: Ronaldo Sardenberg, Pedro Malan, Paulo Renato, Sérgio Amaral, Raul Jungmann e Alberto Cardoso.

Além dos ministros, voara de FAB, a passeio, o procurador-geral da República de então, Geraldo Brindeiro. O PT, então uma aguerrida legenda de oposição, fez barulho inaudito.

Um dos ministros, Ronaldo Sardenberg, chegou a arrostar uma condenação judicial. A sentença seria anulada, porém, no STF. Decisão do presidente do tribunal, Nelson Jobim, hoje ministro da Defesa, a pasta que manda na FAB.

O que diz o decreto 4.244? Afora o presidente, só podem requisitar aviões da FAB ministros, presidentes da Câmara e do Senado, presidente do STF e comandantes militares. A requisição é admitida em três circunstâncias:

1. “Por motivo de segurança e emergência médica”.
2. “Em viagens a serviço”.
3. Nos “deslocamentos para o local de residência permanente”.

O decreto anota: “As autoridades [...] informarão a situação da viagem e a quantidade de pessoas que eventualmente as acompanharão“.

Ficou entendido que os acompanhantes eventuais deveriam ter relação com a segurança, a emergência médica ou a missão de serviço.

No vôo do dia 9 de outubro, a única autoridade presente no Boeing era Henrique Meirelles, que nem sequer sabia da companhia ilustre de que desfrutaria.

Ao invocar a tradição para qualificar de “normal” a carona de Lulinha, a assessoria de Lula arrasta para a encrenca uma filha de FHC, Luciana Cardoso.

Secretária pessoal do pai-presidente, Luciana utilizou-se de uma aeronave da FAB (modelo Xingu), para viajar de Brasília até Buritis (MG), em março de 2002.

Luciana foi à fazenda Córrego da Ponte. Uma propriedade dos Cardoso, que havia sido invadida por militantes do MST.

Alegou-se que era preciso inventariar os estragos. O Ministério Público abriu um inquérito. Mexe daqui, esquadrinha dali, a coisa foi ao arquivo.

Sob Lula, um novo episódio: em fevereiro de 2004, José Viegas, à época ministro da Defesa, voou de FAB, para fazer turismo com a família no Pantanal. O caso foi à Comissão de Ética Pública da Presidência. Deu em nada.


Noves fora um pedido de informações da Comissão de Fiscalização da Câmara, não há, por ora, vestígio de ação contra a carona de Lulinha.


Se vier, será perda de tempo. Como diz a assessoria de Lula, “foi assim em governos anteriores, tem sido assim no atual”. Às favas o contribuinte.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Municipios maranhenses podem perder R$ 80 milhões

Fonte: Paulo Montanha

Os Municípios maranhenses podem perder cerca de 8O milhões de reais de projetos do Ministério do Turismo. Os recursos foram liberados pelo Ministério do Turismo em 2007 e 2008. O prazo de prestação de contas vence em dezembro, mas cerca de 60 municpios poderão ser obrigados a devolver os recursos, porque, em alguns casos, nem o projeto foi iniciado.

A perda destes recursos prejudica não só os municpios, mas o estado inteiro, segundo o Secretário Hildo Rocha.

Na lista das obras atradas está também o terminal de passageiros do aeroporto de Barreirinhas, obra de cerca R$ 4,2 milhões. Entre os municpios, a cidade de Imperatriz também corre o risco de perder dinheiro do Turismo por não atender aos prazos exigidos pelo ministério.

Os recursos do Ministério do turismo devem ser usados na construção de obras ligadas diretamente ao turismo. Há cais, rodoviáraias, praçaas, todas obras de incrementos do turismo, que podem ser perdidas, continua Hildo Rocha.

FONTE: JORNAL O ESTADO DO MARANHÃO - Marco Aurérilo D´Ea - Da editoria de Política

Há muito tempo, venho alertando através de e-mails, artigos e entrevistas à imprensa do Maranhão. o montante de recursos disponiveis no Ministério do Turismo para investimentos em diversas áreas do turismo, especialmente em infra-esturutra turística. Infelizmente, não me deram a devida atenção.

No momento, não podemos lamentar. temos que ser rápidos para salvar o que ainda resta para o "pobre" do Maranhão. E que nossos gestores públicos se sensibilizem com a necessidade de desenvolver nosso Estado.


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Padre anti-argentino

Essa é de lascar.

Missa de domingo, igreja extremamente lotada em uma cidade brasileira localizada exatamente na divisa com a Argentina . Então o padre inicia o sermão:

- Hoje nosso sermão será a respeito dos Fariseus, aquele povo filho da puta. Assim como esse bando de argentinos que invadiram nossa igreja.

Então, um reboliço se inicia na igreja. A missa termina em bate-boca. Ao final da confusão, o prefeito se aproxima do padre e reclama:

- Padre! Não faça mais isso! Todos esses argentinos aqui presentes sempre estão visitando nossa cidade, trazendo divisas e gerando empregos. Dessa forma isso vai afastá-los e poderemos ter problemas. Por favor padre, nunca mais faça isso.

A semana se passou e foi aquele ti ti ti na cidade. Todo mundo comentando sobre o ocorrido.

No domingo seguinte a igreja lotou novamente, muita gente disputando os poucos espaços que haviam, todos esperando o sermão matinal. Todos aguardavam um pedido de desculpas do padre, para com os argentinos presentes. 

O prefeito entra na igreja, olha diretamente para o padre, pisca o olho, dá o sinal com o polegar da mão direita e diz:

- Tudo tranquilo? Lembre-se da nossa conversa.

O padre nada diz e inicia o sermão.

- Hoje o nosso sermão será sobre Maria Madalena, aquele prostituta que tentou seduzir Jesus, assim como esse bando de putas argentinas que estão aqui em nossa igreja.

Mal terminou de falar a confusão deu inicio. Mulheres começaram a discutir umas com as outras. E a confusão se formou novamente.

O prefeito no meio da confusão se aproxima do padre e diz:

- Padre! O que foi isso? De novo????!!!!! Olha, vou entrar em contato com o Bispo para pedir sua remoção. Não há condições de isso continuar. A cidade vai sucumbir sem o dinheiro dos argentinos.

Durante a semana não se falava outra coisa na cidade. Em vários pontos da cidade a polícia foi chamada para conter brigas e manifestações.

E todos aguardavam com ansiedade a missa do próximo domingo, mais comentada que final de copa do mundo.

Então enfim, chega a hora da missa matinal do domingo. A igreja estava tão lotada que o padre mandou instalar telões e sistemas de som nas ruas. Dentro da igreja, tinham pessoas penduradas em janelas e em cima das outras, aguardando o sermão do padre.

O prefeito adentra a igreja, escoltado por dois policiais e avisa:

- Padre! Se você fizer isso de novo, vai em casa!!

O padre nada fala e inicia o sermão do dia.

- Hoje!! Nosso sermão será sobre a Santa Ceia.

O prefeito sentindo aliviado diz:

- Uuuuuuufaaa, ainda bem.

Então o padre segue:

- E Jesus disse a seus apóstolos: hoje, um de vocês irá me trair!

- Pedro pergunta a Jesus: Mestre, sou eu??

- Jesus responde: não Pedro, não é você!

- João pergunta a Jesus: Mestre, sou eu??

- Jesus responde a João: não João, não é você!!!

- JUDAS pergunta a Jesus: Miestre, soy Jo?

E toda a igreja veio abaixo.


Deus x Satanás

É antiga, mas está valendo.

''Que cresça a erva, que a erva dê sementes, que as sementes dêem árvores e frutos.''

E Deus povoou a Terra com brócolis, couve-flores, milhos e vegetais verdes de todas as espécies para que o homem e a mulher pudessem viver longas e saudáveis vidas.

E Satanás criou o McDonald's e a promoção de dois BigMac's a cinco reais.

E Satanás disse ao homem: ''Queres batata-frita com o quê?''

E o homem disse: ''Na promoção, com Coca-Cola, catchup e mostarda''. E o homem engordou cinco quilos.

E Deus criou o iogurte saudável, para que a mulher pudesse manter a forma esbelta de que o homem tanto gostava.
E Deus criou o iogurte saudável, para que a mulher pudesse manter a forma esbelta de que o homem tanto gostava.

E Satanás criou o chocolate. E a mulher engordou cinco quilos.

E Deus disse: ''Experimentem minha salada.''
E Satanás criou os pratos de bacalhau com creme e marisco. E a mulher engordou 10 Kg.

E Deus disse: ''Enviei-vos bons e saudáveis vegetais e azeite para que vos possam cozinhar.''

E Satanás criou a gordura hidrogenada, o peixe frito e a galinha frita.

E o homem ganhou 10 Kg., e os níveis de colesterol bateram no teto.

E Deus inventou os sapatos de corrida, e o homem perdeu aqueles quilos extras.

E Satanás criou a Tv a cabo com controle remoto, para que o homem não tivesse que se levantar para mudar de canal.
E o homem ganhou vinte quilos.
E Deus disse: ''Estás passando dos limites, Demônio.''

E o homem teve um ataque cardíaco.

E Deus inventou a intervenção cirúrgica cardíaca.
E Satanás criou o Sistema de Saúde Brasileiro...

Mas Deus salvou, e deu aos homens o convênio...e a aposentadoria, para que o homem pudesse descansar, tendo nova chance...

E Satanás criou o Pt...

Aí, meu amigo, fodeu tudo !

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Adolf Hitler esteve no Maranhão

Adolf Hitler esteve no Maranhão; passou 10 dias escondido num submarino em Guimarães

Deu no blog do Marcos D´Eça, do Imirante.



Em 1944, uma lenda espalhou-se pelo Maranhão: havia um monstro na praia de Guimarães, município na costa do estado.

Era o auge da 2ª Guerra Mundial e a história surgiu a partir de uma luz luminosa em uma noite de agosto daquele ano na Baía de Cumã.

O estado de prontidão causado pela guerra mobilizou aviões e navios pela costa maranhense, mas nada foi localizado além daquela luz misteriosa, o que deu origem à lenda.

Sessenta e cinco anos se passaram e agora a lenda foi revelada.

Tratava-se, na verdade, do submarino SS-199, que trazia a bordo ninguém menos que o führer alemão Adolf Hitler, incógnito, fugindo das conspirações de parte de seu exército, que o queria morto.

A história do nazista no Maranhão é contada hoje pelo escritor Joaquim Itapary, em sua coluna n’”O Estado do Maranhão”, baseado em reportagem da revista alemã Der Spiegel.

A revista encontrou o Diário de Bordo do SS-199, que traz os detalhes da fuga de Hitler ao Maranhão.

O führer havia sofrido um atentado em 20 de julho de 1944, no qual moreram alguns dos seus oficiais de confiança.

Um deles, em agonia, encaminhou o ditador ao submarino de sua confiança, que seguiria, em segurança, “para lugar incógnito e remoto”.

De acordo com o Diário de Bordo do SS-199, citado na reportagem da Der Spiegel, Hitler e sua amante, Eva Braum, estacionaram no dia 4 de agosto daquele ano a 2°o7′57” de Lat. S e 44°36′04” de Long. W.



Fonte: Wikipédia

Estas são as coordenadas geográficas de Guimarães no Maranhão.

Aqui, o navio passou dez noites, antes de retornar para Bremerhaven, na Alemanha, conta Joaquim Itapary, em seu artigo.

A matéria da Der Spiegel, segundo o escritor maranhense, cita ainda um pescador, de nome Coutinho, “que arrastava camarão na praia”.

- Coutinho presenteou a tripulação do SS-199 com dois cestos (Korb) de camarões e peixes secos, que deliciaram Hitler e a amante no retorno à Europa - conta o artigo de Itapary.

A lenda do ‘Monstro de Guimarães” surgiu a partir de um gesto de Eva Braum.

Entediada com a reclusão, ela pediu que fosse levada, de bote, à noite, à praia avistada pelo telescópio. Como era muito escuro, o submarino emergia por alguns instantes e focava a praia.

Era exatamente este foco os olhos do “monstro de Guimarães”.

Mas, de fato, havia um monstro na costa do Maranhão:

O ditador alemão que matou milhões de judeus, estava foragido em uma praia isolada do interior maranhense.

E a história foi registrada em seu Diário de Bordo…

Comento

Uma terra castigada como é o Maranhão, ainda ter uma praga do egito chamada Adolf Hitler como hóspede. Mesmo que por dez dias. Já pensou se ele fica? Credo. Sai de reto.

Agora vamos filosofar sobre o que tería acontecido.

Coutinho, uma espécie de Nostradamus Maranhense, previu o mal que estava a acontecer no Maranhão. Tentando alertar aos possíveis novos moradores com intuito de livra-los do pior, enviou uma mensagem juntamente com os cestos de camarão:

"Caros visitantes...

Segue a profecia aguardada para esta terra chamada Maranhão:

Esta terra é prometida a um homem bigodudo, que com sua prole governará e para ninguém nada dará.

E todos aqueles que aqui venham a viver, sob sua autoridade irão perecer.

Portando, retornem para sua terra natal, pois segundo a profecia o bigode vai varrer por anos a fio a esperança de uma vida digna para os moradores daqui.

Dêem meia volta, não sigam em frente, pois em uma terra não distante daqui, que a pouco fora batizada de Amapá, o mal que aqui reina lá também reinará."

Hitler ao sentir uma concorrência sem prescedentes, seguiu seu destino.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

The Soviet Story



Fonte: The Soviet Story

Procura-se!


Fonte: Blog do Guto Cassiano


Visiveis diferenças

Quando estava saindo do Instituto dei carona para alguns alunos. No caminho tive a seguinte conversa com uma aluna.

- Professor ano que vem será ano de eleição?

- Não! Por que?

- Por que estou vendo a prefeitura trabalhar já no primeiro ano de mandato. Em outro governo isso só ocorreu no final do mandato. 

Pois bem, o último trecho da conversa não é novidade para aqueles que acompanham o que acontece na cidade. A gestão passada só fez algo visivel no final do mandato, achando que toda a cidade tem memória curta. E ainda fez um monte de serviço porco e mal feito nas ruas, inclusive muitas das "obras" já se foram no tempo.

É certo que a cidade tem muito o que melhorar, mas já se pode notar um comportamento diferente por parte do atual prefeito. Que as obras continuem e que o mal nunca mais volte a ter poder público nas mãos.


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Que porra é essa, Lobão?


Lula coordenava uma reunião, em seu gabinete, no instante em que 18 Estados foram desligados da tomada na semana passada.

Discutia-se no encontro a repartição dos royalties das jazidas do pré-sal.

Um ajudante de ordens entrou na sala. Entregou ao presidente uma folha de papel.

Lula devorou o texto em silêncio. Depois, socializou o conteúdo aos presentes.

O presidente leu em voz alta o documento que informava sobre o breu. E a prosa mudou de rumo.

— Que porra é essa, Lobão?

O ministro Edison Lobão (Minas e Energia) não soube responder.

— Me dê um minutinho, presidente.

Lobão retirou-se da sala. Deixou atrás de si vários rostos circunspectos.

Entre eles os semblantes de dois governadores: Sérgio Cabral (RJ) e Paulo Hartung (ES).

Além da dupla, testemunharam a cena líderes do Congresso.

Dilma Rousseff não estava. Mandara Erenice Guerra, a segunda da Casa Civil.

Decorridos menos de cinco minutos, Lobão retornou ao gabinete de Lula.

Informou que havia ocorrido problemas nas linhas de transmissão.

Situou a encrenca em cidades próximas a Itaipu, cujas turbinas se desligaram.

Atribuiu a escuridão, já nesse primeiro momento, a intempéries climáticas. E Lula, de bate-pronto:

– Não me venha com esse papo de clima. Não acredito nisso.

Lobão acrescentou que, antes de melhorar, a coisa iria piorar.

O blecaute chegaria ao Rio, disse. Cabral saltou da cadeira.

O governador pendurou-se ao telefone celular.

O ministro assegurou a Lula que a luz voltaria em, no máximo, quatro horas.

Depois de disparar um par de ligações, Cabral relatou a Lula as providências que adotara.

Contou que fizera contato com a Secretaria de Segurança Pública do Rio.

Determinara que a polícia fosse às ruas, para coibir a ação de criminosos.

De resto, conversara com o prefeito da capital carioca, Eduardo Paes.

Encarecera que também a guarda municipal fosse ao meio-fio.

Voltando-se para o ministro, Lula pespegou:

— Ô, Lobão, no tempo da Dilma não tinha isso.

Quem testemunhou a cena conta que Lula falou em timbre jocoso.

Algo que não impediu, nos dias seguintes, a troca de farpas entre petês e pemedebês.

A presidenciável do PT ocupou a pasta do ministro de Sarney entre 2003 e 2005.

Atribui-se a Dilma a reorganização do sistema elétrico na fase pós-apagão-FHC.

Antes de dar por encerrada a reunião, Lula dirigiu-se, de novo, a Lobão, dessa vez a sério.

— Vou pra casa dormir. Se a situação não se normalizar, quero que me telefone. Meu celular vai estar ligado.

O ministro tocou para o chefe pouco antes das duas da madrugada de quarta (11).

Reiterou a previsão. Ao amanhecer, o fornecimento de luz estaria integralmente normalizado.

E quanto às causas? Lobão repisou o lero-lero das chuvas, ventos e raios.

A semana terminou com uma ordem de Lula: quer pressa na apuração.

sábado, 14 de novembro de 2009

Escafedeu-se



Fonte: TV Uol

Coletivos

Segue alguns coletivos aplicáveis aos nossos…?

Alcatéia – Lobos

Choldra ou Caterva ou Cambada – Desordeiros, Malfeitores

Corja – Ladrões

Horda – Bárbaros ou Selvagens

Miríade – Insetos

Praga – Insetos Nocivos

Quadrilha – Bandidos

Vara – Porcos

Fonte: Coletivos - Português - UOL

Apoio das trevas

Vendo esta figura lembrei da campanha de 2008. Poucos candidatos a vereador tinham coragem de assumir um ex-prefeito como seu candidato.

Será que Dilma vai assumir seus apoiadores?


Fonte: Bahianoticia

Isso mostra muito bem quem é Lula e sua trupe. Uma mão dada a Chavez e a outra a Sarney.


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Energia, Saúde e Viagens

Por que o sistema de saúde funciona de forma precária? Por que o setor energético tem problemas, desde a era FHC? Por que a educação vai mal? Por que a previdência há anos está quebrada?


Por que no Brasil os presidentes são mais políticos do que presidentes. FHC recebeu o apelido, justo, de "Viajando" Henrique Cardoso. Lula percebeu que era bom, principalmente para fazer palanque, então resolveu aprimorar a idéia. 


Em um país onde seu principal governante passa mais tempo dentro de avião do que resolvendo os problemas do seu povo, até que temos sistemas que funcionam mais ou menos. 

Em uma empresa privada cabeças rolariam sem dúvida, mas infelizmente, temos que suportar o erro (voto) de muitos.

Mas não se preocupem, ano que vem tem eleição. Deve ser grande a chance de Lula vir a Imperatriz, com Dilma a tiracolo, as custas do nosso dinheiro, atrapalhar o nosso trânsito e falar um monte de mentiras enquanto muitos problemas estão por ser resolvidos. Só falta ele dar um lapso e em plena Praça falar mal dos Sarney novamente, rs rs rs - sería um sonho.


Mas para o povo isso pouco importa, se o estádio estiver novo em folha e o cavalo de aço tiver grana, do povo, para jogar. Então ta tudo "só o filé", né?

E pra não perder o embalo:


Nova onda da net.

Dilma 2010: Apague essa idéia.
 

Energia: governo só investiu 38% do orçado no ano

Fonte: Blog do Josias

Em 2009, o governo destinou ao Grupo Eletrobras, R$ 7,243 bilhões para cobrir investimentos no sistema de geração e transmissão de energia elétrica.

Entre janeiro e agosto, apenas R$ 2,73 bilhões –38% do total— foram efetivamente investidos.

Os dados são oficiais. Armazena-os um órgão público chamado DEST (Departamento de Coordenação das Empresas Estatais).

As informações foram trazidas à luz, nas pegadas do apagão da noite de terça-feira (9), pelo sítio Contas Abertas, que se dedica a acompanhar os gastos públicos.

Não há dados disponíveis sobre a execução dos investimentos em energia depois do mês de agosto. Porém...

Porém, mantido o ritmo observado nos primeiros oito meses de 2009, a Eletrobras deve investir até o final do ano R$ 4,2 bilhões.

A cifra corresponde a pouco mais da metade –57% — de toda a verba que o governo reservara para os investimentos do ano.

Em valores absolutos, será o maior montante investido pela Eletrobras desde 2002. No último ano da gestão FHC, os investimentos somaram R$ 5,8 bilhões.

Mas, tomado como uma fatia do PIB, os R$ 4,2 bilhões de 2009 corresponderão a menos de 0,5% de todas as riquezas produzidas no Brasil.

Aliás, em proporção ao PIB, o grupo estatal que gere o setor energético investiu sob Lula, até o ano passado, menos do que fora investido no ocaso da era FHC.

Em 2000, um ano antes do apagão tucano, que resultaria em racionamento de energia, a Eletrobas investira R$ 2,1 bilhões (0,18% do PIB).

Em 2001, ano do apagão, os investimentos somaram R$ 2,5 bilhões (0,20% do PIB). Em 2002, R$ 3,3 bilhões (0,23% do PIB).

Desde a posse de Lula, em 2003, os investimentos da Eletrobras mantiveram-se em patamares inferiores, perdendo peso no cotejo com o PIB.

Em 2003, os investimentos da estatal alçaram a casa dos R$ 2,8 bilhões (0,27% do PIB). No ano passado, R$ 3,7 bilhões (0,13% do PIB). Aperte aqui e veja a tabela.

Pela versão oficial, o apagão de terça foi ocasionado por chuvas, ventos e raios que caíram sobre as linhas de transmissão da subestação de Itaberá (SP).

Um trololó que, por ora, não soou convincente nem mesmo para o Inpe, o instituto de pesquisas espaciais vinculado à pasta da Ciência e Tecnologia.

Em nota, o Inpe informou que, na hora do apagão, os raios de Itaberá tinham "baixo potencial" e caíram longe das linhas de transmissão.

O texto do instituto é taxativo: “A baixa intensidade da descarga registrada (menor que 20 kA) não seria capaz de produzir um desligamento da linha, mesmo que incidisse diretamente sobre ela [...]..."

"...Em geral, apenas descargas com intensidade superiores a 100 kA, atingindo diretamente uma linha, poderiam causar um desligamento de linhas de transmissão operando com tensões tão elevadas como as de Itaipu (duas de 600 kV e duas de 750 kV)”.

O desencontro de versões tonifica a suspeita de que pode ter havido falha humana ou defeito operacional no sistema. Algo que o Ministério Público já investiga.

De resto, o apagão reacendeu o debate sobre um antigo flagelo do setor elétrico. Nesse setor, o político prevalece sobre o técnico na escolha dos gestores.

Sob FHC, esse nicho do aparato estatal era dominado pelo PFL, hoje rebatizado de DEM.

O ministro de Minas e Energia do apagão de 2001 era José Jorge, um ex-senador ‘demo’, hoje acomodado numa cadeira do TCU.

Sob Lula, o setor é rateado entre PT e PMDB. O ministro é o senador licenciado Edison Lobão (PMDB-MA), homem de José Sarney.

O presidente da Eletrobras, José Antonio Muniz Lopes, foi alçado ao posto com o aval de Sarney e do deputado Jader Barbalho (PMDB-PA).

Responde pela diretoria financeira da estatal Astrogildo Quental, outro apadrinhado de Sarney.

Chama-se Flávio Decat de Moura o diretor de Distribuição. Apadrinhou-o o senador Renan Calheiros (PMDB-AL).

O diretor de Engenharia é Valter Luiz Cardeal de Souza. Um velho conhecido da ministra petê Dilma Rousseff, a quem deve a nomeação.

Até Orestes Quércia, presidente do PMDB-SP, beliscou uma naco do organograma da Eletrobras. Acomodou Miguel Colassuono na diretoria de Administração.

A política se espraia também pelas subsidiárias da Eletrobras. Preside a Eletronorte Jorge Nassar Palmeira, indicação de Jader.

Na Eletrosul, Eurides Mescolotto, ex-marido da senadora petê Ideli Salvati (SC), líder do governo no Congresso.

No comando de Furnas, Carlos Nadalutti Filho. Foi à cadeira com o endosso das bancadas de deputados federais do PMDB de Minas e do Rio.

Na presidência de Itaipu Binacional, a empresa que eletrifica as linhas de transmissão de Furnas, um ex-deputado: Jorge Samek, amigo de Lula.

Diferentemente dos raios de Itaberá, ainda pendentes de confirmação, as intempéries políticas que infelicitam o setor elétrico brasileiro dispensam, por notórias, maiores verificações.


quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Curso de Turismo e o Turismo na Cidade

Da coluna de hoje do Willian Marinho:

"Turismo


Informa-se extraoficialmente que a direção da Fama, leia-se Zenira Fiquene, pretende reativar no ano que vem o curso de Turismo, que foi suspenso para ajustes em sua grade programática. Os detalhes finais para o reinício do curso estão sendo preparados cuidadosamente a fim de garantir um curso mais consistente aos acadêmicos. Uma boa, sem sombra de dúvidas!"

Comento

É uma boa notícia, só é uma pena que não venha acompanhada de outras boas notícias.

Antes de expressar minha opinião, com conhecimento de causa, é bom antes explicar que sou totalmente a favor da implantação de cursos superiores em nossa cidade. E nada contra o curso de turismo. O que vou escrever aqui vale para a maioria dos cursos superiores existentes na cidade. 

O que temos visto nos últimos anos em Imperatriz? Muitos empresários do ramo educacional acreditaram e investiram na cidade, mas infelizmente o poder público não acompanhou a evolução da educação na terra do frei. Hoje temos em funcionamento na cidade 4 faculdades particulares, com 23 cursos além de duas universidades públicas, UFMA e UEMA.

Pra onde vão todos os estudantes graduados em alguns dos cursos existentes na cidade? Reposta: a grande maioria para o mesmo lugar de antes do curso. A cidade não tem onde comportar a quantidade de egressos que as faculdades produzem em determinados cursos. Conheço inúmeros alunos que depois de formados continuaram no mesmo emprego. Alguns estão à procura até hoje e com diploma na mão ou fazendo outros cursos superiores que historicamente são mais rentáveis.

Ai vai a pergunta: a cidade possuía curso de Turismo em duas faculdades, onde estão os alunos que se formaram nesta área, atuando no ramo? A grande maioria, não! E por que isso acontece? Vamos para outra pergunta: Imperatriz tem atrações turísticas estruturadas e devidamente organizadas anualmente que podem atrair turistas de todas as categorias e regiões do Brasil onde os alunos formados possam estar atuando e empreendendo? Não!

Se vocês pensam que praia do cacau, praia do meio, Praça de Fátima, estádio e beira-rio são pontos turísticos pra quem vem de fora da cidade, então realmente não sabem o que é turismo.

Isso me lembra um conhecido que estava fazendo o curso de turismo, quando os amigos perguntavam por ele, alguém respondia: deve estar treinando para ser guia turístico, "Esse é o Cais Bar, aqui é o Cooper Bar e aqui é o Lagus Bar!" 

Qual foi o grande investimento que governo federal, estadual e municipal trouxe para a cidade na área do turismo nos últimos anos? Nenhum! E pra piorar, a Superintendência de Turismo que havia na gestão passada, foi esquecida e desativada nessa gestão.

O período de veraneio existente na cidade é uma ótima atração para a população da cidade e região, mas a cidade não possui atração para visitantes de outras regiões do país. Somos uma porta de entrada e saída para a chapada das mesas e só.

Então, jovens, antes de escolher um curso, estudem o mercado e o que os políticos pensam sobre os investimentos em determinadas áreas. Pois do jeito que as coisas andam, a única bolsa que anda em alta, não é a de estudo não, é a bolsa que os governos inventam para dar tudo para todos os pobres coitados, transformando os desavisados em massas de manobra. Isso acontece por que os malas não querem ensinar a pescar, por que o que dar voto é dar o peixe na mão, como fez um ex-prefeito em um passado não muito distante, com um caminhão cheio de peixe na periferia da cidade. Gestão que não deixou saudade. 

Imperatriz está há anos estagnada, sem investimentos. Agora estão prometendo 'n' empresas para a região, até a hidrelétrica do Estreito mudou de dono, pertence ao governo do estado. Eita gentinha sem limite. 

No mais se os investimentos não vierem o que teremos no passar dos anos, é um monte de gente com canudo na mão, atrás dos balcões das lojas, no mercado informal ou na fila do SINE.

De quem é a culpa? Olham para os últimos anos e lembrem de quem esteve no comando.


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Apagão no sul do país

Ontém parte da Região Centro-Sul e algumas partes do Norte e Nordeste ficaram sem energia elétrica.

Lula uma hora dessas deve estar se reclamando da sorte. 

Mas o que esperar de um setor [energético] que depende de políticos [Lobão e seus padrinhos] que estão no poder [no Maranhão] há 40 anos e que não conseguiram nem fazer uma companhia energética eficaz em seu próprio estado [curral eleitoral]?

Advinha em quem Lula vai botar a culpa?

Agora leiam este post do Blog do Josias, da Folha.


Lula foi dormir às escuras na noite passada. Dispunha de luz elétrica. Mas faltavam-lhe informações sobre as causas do apagão.

Programou para esta quarta (11) uma reunião emergencial. Quer explicações minuciosas sobre as causas do blecaute que afetou cidades de 15 Estados e num pedaço do Distrito Federal.

O presidente foi ao travesseiro munido das mesmas informações esparsas que o ministro Edson Lobão (Minas e Energia) repassara aos repórteres.

Não havia senão a suspeita de que o apagão poderia ter sido provocado por uma tempestade que caíra sobre as linhas de transmissão da usina de Itaipu.

Lula endossou a decisão de priorizar o restabelecimento do fornecimento de energia. Mas cobrou dados conclusivos sobre as causas.

Deseja que os esclarecimentos sejam repassados ao público o quanto antes. Incumbiu Lobão de dar uma entrevista coletiva.

A falta de luz fez acender no governo a imagem de um velho fantasma: o apagão ocorrido em 2001, sob Fernando Henrique Cardoso.

A preocupação de Lula é estabelecer imediatamente uma distinção entre os dois eventos.

Quer deixar claro que, diferentemente do que ocorrera na gestão tucana, o novo apagão não decorre de falhas gerenciais ou de planejamento.

Por trás da pressa esconde-se uma preocupação política. Deseja-se evitar prejuízos à imagem da presidenciável Dilma Rousseff.

Ex-titular da pasta das Minas e Energia, Dilma é responsável pela montagem do esquema de segurança do sistema elétrico brasileiro.

Um sistema que, por interligado, disporia de mecanismos para evitar que problemas localizados se espraiassem por toda as linhas de trasmissão.

Tomado pelas contas do governo, o apagão afetou cerca de 800 cidades de dez Estados: SP, RJ, MG, ES, GO, PE, PR, MT, MS e parte do DF.

Durante a madrugada, porém, verificou-se que pelo menos outros seis Estados foram infelicitados: SC, RS, BA, RO, AL e AC.

Em meio à escuridão, o presidente da Itaipu, Jorge Samek, trouxe à luz um dado que dá idéia da dimensão do problema.
 Pela primeira vez em sua história, disse ele, todas as 20 máquinas da hidroelétrica de Itaipu foram desligadas.

Samek disse que o problema não foi de geração. Daí a suspeita de que um temporal tenha avariado linhas de transmissão da energia que sai de Itaipu.

A suspeita foi reforçada por um detalhe. No Paraguai, que também se serve da energia de Itaipu, o restabelecimento da energia ocorreu rapidamente.

Por quê? Não havia problemas nas linhas de transmissão que abastecem o país vizinho.

Os técnicos do governo queimaram pestanas durante toda a madrugada. Espera-se que Edson Lobão já disponha de informações precisas na manhã desta quarta.